When the time came, he sit by my side
I just think that I’m not that simple
Sometimes I feel like I’m really great in this small world
Then I just look to other me, and think that I need to be like the world
Just to fit in
I look at you and I can't be like you
no because your are bad, it’s just because you are little
You have a small view of what I’m seeing
And then I wish that you would be like me
24 de março de 2010
4 de março de 2010
Tu só não sabes aquilo que não ves.
E se o tempo cai ao meu lado e eu não o vejo.
E a cura do teu eu, mundo este sem verdade desde o primeiro abrir de olhos, caminhar de pernas.
Acreditar faz metade de uma história, a própria história preenche a outra metade.
Esteve à minha frente, exactamente à minha frente, but it was just my imagination.
Mas sou eu apesar de eu também saber que não sou.
Sentimento grande demais para caber no meu frágil coração.
Consegui voar sobre a árvore.
27 de fevereiro de 2010
passarinho
25 de fevereiro de 2010
ditado
22 de fevereiro de 2010
onãoterocomumnãosignificaonãoamor
9 de fevereiro de 2010
sday
4 de fevereiro de 2010
a Deus
Adeus é uma palavra bonita, mas não a gosto de pronunciar, nem pouco mais ou menos a escutar e ainda menos a sentir.
Uma palavra que me faz sentir o coração gelado, que me faz sentir apenas os olhos esmorecer com o cair do olhar ou o virar das costas, ou o para sempre. Eu nunca queria ter de dizer adeus ao amor, nem àqueles que mo fazem sentir. Sobretudo a estes últimos. É bom saber que pelo menos amei e os amei, que me amaram e quiseram-me amar. É bom sentir o adeus como forma certa de que houve amor, uma certeza ambígua. É um aperto, o adeus.
E se por prilipimpim o adeus não existisse, se fosse um até daqui a um instante de tempo tão pouco, que vivido, só me lembraria de novo de viver estando outra vez contigo. Sim, é bom saber que o meu adeus também pode ser este. Assim mesmo não gosto muito dele, por mais belo que no português e nas línguas do mundo inteiro o seja. O adeus é uma incógnita, separada por duas barras horizontais, uma sobre a outra, de um segundo termo, neste vem um mergulho no mar, sem volta, sem nunca mais provar o sol nem o ar, da esfera armilar por onde caminhamos a dizer adeus, um dia e outro. Até.
2 de fevereiro de 2010
monólogo a dois
eu: não sei.
eu: mas era o ultimo?
eu: se passou sim.
eu: e sabes se volta?
eu: se voltar é porque se esqueceu de alguém.
eu: pois eu devia tê-lo apanhado.
eu: então se ele notar volta.
eu: e se não notar?
eu: é porque não o devias ter apanhado.
1 de fevereiro de 2010
note
Gnarls Barkley