19 de janeiro de 2011

"whatever you can do or dream, you can begin it.
boldness has genius, magic and power in it.
begin it.
goethe."

16 de janeiro de 2011

i'm a fish swimming as a dog

7 de janeiro de 2011

4 de janeiro de 2011

30 de dezembro de 2010

la liberté de l'amour90

Eu declaro que estou dependente. É um estado pouco conveniente mas nada posso fazer em relação a isso. Estou aditiva. Tu fizeste-me dependente de ti. Incrível, liberdade és heroína para mim e o teu maior aliado é a vida. Agora tu sabes. Não te tornes manipuladora, não tenho culpa da minha sinceridade.

Nunca admitiria tal dependência se não fosse esta declaração de dependência, ela sugou-me as palavras.

<3

30 de novembro de 2010

no dia em que me perder, tu vais estar perto de mim para me ajudar a encontrar o caminho. só em ti confio

ti

lembraste quando ficamos a conversar toda a noite sobre tudo e sobre nada. lembraste do brinde que fizemos a nós e ao nosso amor. lembraste da promessa do nosso sorriso e do nosso beijo. lembraste do ultimo abraço. até posso me lembrar do dia em que dormimos juntos. lembrar do dia em que olhámos as estrelas e sentíamos-nos estrelas. lembro-me do dia em que desafinei a cantar uma musica de amor e lembro-me como me encantas-te com as tuas palavras de amor. o brilho dos meus olhos há muito que era fosco. naquela noite tudo foi diferente e tudo foi belo. amo-te tanto, tanto, tanto. palavras mais que usada por muitos e nunca dita por mim. amo-te. eu sou capaz de existir sem ti. mas a minha memória não. a minha alma também não. amo-te a ti, e a ti, e a ti, e a ti, e a ti. e a ti. e a ti. e a ti. e a ti. e a ti, e a ti. só me resta mais um espaço para ti.

9 de outubro de 2010

bigfish

There are some fish that cannot be caught. It's not that they're faster or stronger than other fish. They're just touched by something extra.

28 de setembro de 2010



hoje fiquei viciada

26 de setembro de 2010

softness

passei o dia a olhar-te.
peguei numa pá e escavei, não sabia bem qual a profundidade óptima para te colocar. medi com o olhar e lá te deixei. tapei-te. molhei a terra que te cobriu. pousei a pá e sentei-me. eram as seis e trinta e dois da manhã. o sol subiu pelo vale atrás de mim. desculpas tive de te pedir, não gosto nada de virar costas. o que estava do outro lado valia a pena olhar, no final tive pena por não teres conseguido ver comigo. quando ia lá no alto, tu apareceste pela primeira vez. eras verde.
às três e doze da tarde começou a pingar, cada vez mais e mais, uma jorrada de água caiu sobre nós. fiquei ensopada e a espirrar.
tiveste o teu auge a meio da tarde. as cores das tuas flores murcharam para darem a vez aos teus frutos. tive de os saborear. o gosto da tua vida era delicioso. chegou a noite e tu esmoreceste aos poucos. voltaste para o fundo abaixo do profundo da manhã antes do dia. não pude fazer nada, não pude impedir que fosses para sempre embora. era a tua vida e não a minha. se pudesse trocar, teria o feito. pior que saber que já não a tens, é saber que a tenho sem a tua.
levantei-me e fui. limpei a cara. entrei no banho. abri a cama, cai no sono.

prisma

Em todos os momentos estou a pensar em ti. Como é óbvio não são todos, não sou um ser limitado a nível de pensamento. A outros níveis também não. Não sou limitada em nada. Só sei que penso em ti quando dou por mim a pensar que estou a pensar em ti. Chega a ser doentio. Quero pensar noutra coisa, no entanto aquele instante é teu e nada posso fazer em relação a isso. Descobri então que sou limitada, apenas quando penso em ti. É tão bom sentir-me assim. Adoro quando chegas à minha beira e tornas real todos os pensamentos que tive longe de ti. Sinto um arrepio cliché, que chega à garganta e me deixa quase sem goto. Sorrio para ti, mais com os olhos do que com os lábios. Tu dá-lhes uso noutras circunstâncias. Até quando conversamos. És capaz de os fazer mexer ao gosto das tuas palavras, só para não te terem de contrariar, ou para isso mesmo. Sinto saudade agora que não estás aqui. Afinal, já estás a ligar para mim. Adoro-te.

2 de julho de 2010

The Ultimate Party Whisky

Sentia aquele rasgo no peito, aquele vazio que se abre bem no centro do peito, não consegui dormir. Era já manhã, tu chamaste-me. Não queria ter de ouvir a tua voz chamar o meu nome. Estava cansada. A verdade talvez não seja esta, se calhar queria escutar-te, mas havia um cansaço maior. E por mais que eu o contraria-se, só tinha medo que ele se torna-se maior ainda.
Fui e foi bom, agradável, esperançoso, pintado de aguarela. Foi tudo como a luz perfeita de um final de tarde de verão, quente. Sorria e não me cansava. Esquecia-me até que alguma vez tinha estado tão cansada.
Foi bom até ao dia de ontem, em que não dormi. Onde me fez lembrança o que é estar cansada. Era suposto eu compreender, mas não estava mesmo a perceber. Foi aquele instante em que percebemos de modo racional e até prático, mas que não tem bem sentido. É isto, lógico mas sem sentido. Fiz que percebi, era mais fácil assim.
Acordei descansada. A minha alma está cheia, já não sinto aquele vazio.
Hoje sei porque gosto de ti, porque no dia um, aquele em que eu acordei sem um sorriso, tu fizeste-me sorrir.
Aquele de quem gostas disse “we should look up the things that connect us and not the things that separate us”, talvez este seja o mantra d’ hoje.